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Olhar para os deslizes já cometidos por organizações em redes sociais pode ajudar sua empresa a não cometer os mesmos erros

 

Antes de iniciar a atuação da sua pequena empresa em mídias sociais, é importante analisar o que concorrentes e empresas em geral já realizaram nesse meio. Além de apontar caminhos a serem trilhados, essa análise pode ajudar a aprender com as falhas já cometidas por outros empresários.

Confira abaixo os principais erros cometidos por empresas em mídias sociais:

1. Falar antes de escutar
Tem algo para dizer? Escute antes o que seu público está falando. Um trabalho de monitoramento prévio no início de sua ação vai ajudar a fundamentá-la e entender a linguagem de seu público. Entender como sua empresa é vista e falada em redes sociais é o primeiro passo para uma estratégia bem sucedida.

2. Ser egocêntrico
Seus consumidores não vão curtir sua página no Facebook para ouvir você detalhar as maravilhas dos produtos e serviços que sua empresa oferece. Não fale apenas de si mesmo. As pessoas estão interessadas em conteúdos e experiências. Encontre uma causa ligada ao negócio de sua empresa e aos interesses de seu público e poste conteúdos inspiradores como fotos, imagens e notícias.

3. Intrometer-se em conversas
Ao monitorar redes sociais, você vai encontrar diversas oportunidades de diálogo. Aqui, vale a etiqueta utilizada no cotidiano: você não pode interromper uma conversa entre um grupo de pessoas para anunciar seus serviços.

4. Ser arrogante
As mídias sociais deram grande poder ao consumidor, que pode facilmente tornar pública a má experiência com uma marca. Sua empresa deve aprender a reconhecer erros publicamente e ser humilde.

5. Não ter regularidade
Ser inconstante na publicação de conteúdo é um erro comum. É o caso de empresas que postam cinco conteúdos em 15 minutos e depois ficam dois dias sem falar nada. Determine uma frequência para seus posts e esquematize dias e horários para publicação dos conteúdos.

Lucas Diniz,

Analista de social media marketing da agência Cadastra.

EXAME.com (http://bit.ly/13lGZXw)

A rotina dos diversos empreendedores espalhados pelo Brasil é marcada pela busca de SOLUÇÕES VIÁVEIS para aumentar as vendas. Diante do alto volume de informações e da acessibilidade proporcionada principalmente pelos meios digitais, grande parte das pessoas mais próximas a esses empreendedores aconselha a realização de grandes promoções ou grandes eventos para atrair mais clientes; muitas dessas fórmulas podem funcionar, porém na maioria das vezes implicam em um alto gasto de tempo e recursos financeiros. Na maioria das vezes, isso acontece pelo fato das empresas desenvolverem ações isoladas, sem uma definição prévia e assertiva do posicionamento a ser adotado.

Observando esse cenário, o Great Group decidiu compartilhar algumas dicas que possam ser viabilizadas em pequenas e médias empresas de forma produtiva, como ações complementares à atuação da equipe comercial. Confira:

- Comunique-se de forma assertiva com seus clientes e prospects – O clichê: “Quem não é visto não é lembrado” sempre fez sentido no universo empresarial, porém com todo o excesso de informação exige uma nova interpretação: é preciso ser visto de forma relevante para ser lembrado de forma positiva. O que isso significa? Você e sua empresa podem ser vistos nos meios de comunicação milhares de vezes mas se os conteúdos não forem relevantes e positivos a lembrança do consumidor estará ligada a um incômodo. Dessa forma, você precisa entender as particularidades e os gostos de seu público e, a partir daí, estabelecer uma periodicidade para a comunicação, que varia de acordo com o meio. Sugestão: Crie um informativo em papel ou digital mensal com conteúdos ligados ao seu negócio, sem abusar dos anúncios comerciais.

- Entenda as particularidades de cada canal e elabore estratégias diferenciadas para cada meio, porém complementares – O aumento das vendas está diretamente ligado à divulgação de sua empresa. Para comunicar aos diferentes públicos as particularidades do seu negócio, você deve primeiramente selecionar os canais em que sua empresa estará presente, como site, mídias sociais, material impresso, jornais, entre outros. Para isso, estruture um plano de conteúdo que determine o que você vai divulgar em cada meio, qual será a periodicidade dessa divulgação, qual o objetivo de estar presente nesse meio e que resultado você espera. Lembramos que os conteúdos devem ser complementares e coerentes entre si, ou seja, você deve estabelecer atributos e temas centrais que quer divulgar independente do meio. Sugestão: A seguir demonstramos o processo considerando uma empresa que comercializa roupas para o público jovem; você pode adaptar o modelo abaixo para o seu negócio:

Temas centrais:  Beleza, Moda, Tendências, Estilos.
Conteúdo Meio Periodicidade Objetivo Resultado esperado
Cores em alta na estação Facebook 1 post por semana Compartilhar tendências e aumentar a penetração da marca 5 interações (Curtir ou Compartilhar por semana)
O look para seu estilo Jornal Impresso 1 por mês Aumentar a venda “casada” de peças Aumento de 50% nas vendas dos produtos sugeridos

 - Estabeleça parcerias e crie um senso de urgência para os clientes – Muitas vezes você gera interesse no cliente mas não o suficiente para fazer com que ele realmente precise do produto ou serviço naquele momento. Para auxiliar nesse momento, você pode planejar algumas estratégias (que não representem tanto impacto em seu fluxo de caixa) que acelerem o processo de decisão e contar com o apoio de outros atores nesse processo. Sugestão: estabeleça uma parceria com uma empresa análoga aos seus serviços e ofereça um benefício aos clientes que adquirirem determinado volume de produtos ou serviços em um período estipulado.  Utilizando o mesmo exemplo da loja de roupas para o público jovem, é possível estabelecer uma parceria com uma empresa de maquiagem, em que o empreendedor da loja de roupas propõe a empresa de maquiagem uma permuta em ele divulgue a marca da referida empresa em troca de alguns kits de maquiagem; feito isso, o dono da loja pode oferecer gratuitamente os kits aos clientes que adquirirem peças acima de R$ 100,00 no período que ele selecionar.

 O que achou das dicas? Compartilhe conosco suas percepções e os resultados que obtiver quando colocá-las em prática! Para dar sua opinião e ter acesso a outros conteúdos que auxiliem sua rotina empresarial acesse www.greatgroup.com.br .

O mundo foi dividido em duas eras: antes e pós-internet e agora o nome do jogo será velocidade, porque qualquer um pode inovar e as mudanças acontecem sem pedir permissão. Neste cenário, as empresas precisam ficar atentas – as mais lentas serão devoradas pelas velozes. Antes da rede, o mundo era muito mais simples e os planos funcionavam bem. Hoje, a maioria das grandes mudanças tornou-se imprevisível e é preciso estar atento e ver como as pessoas usam a internet. Muitas vezes, é de um jeito que você não espera, já que a rede é formada por peças soltas que se conectam sem que nada seja planejado.

Estamos vivendo um ponto de virada tão relevante como a revolução provocada pela invenção da prensa por Gutemberg no século XV, que levou a humanidade da fase feudal para a Era Industrial. Os líderes de velhos paradigmas estão encontrando dificuldades em abraçar a mudança, entrar neste novo mundo.

Muitas empresas ainda acreditam que podem sobreviver sem a presença digital e sem fazer uso das redes sociais. Estão enganadas. Não há futuro para a empresa que não busque formas de relacionamento nas redes sociais. Mas é preciso saber o que dizer ao consumidor para criar uma boa percepção da marca. Na rede apenas as boas e relevantes histórias são compartilhadas.

O importante é focar no que é relevante, no que faz sentido para o consumidor e, principalmente, motivá-lo a se engajar e interagir com a empresa, por meio das suas experiências. Consequentemente, essa troca de informações contribui para a melhoria contínua dos produtos, serviços e para fortalecer a imagem das organizações.

Se a internet potencializa o desejo dos consumidores de se expressarem e muda sua relação com as marcas, estas, por sua vez, precisam se perguntar: por que o que faço é importante? Por que o consumidor desejará compartilhar em sua rede social? Mais do que conectadas, as pessoas utilizam a internet para exercer seus direitos com mais intensidade, sem receio.

É nesse cenário que as empresas precisam atuar com agilidade, focando os desejos dos consumidores, que mudam constantemente, e interagindo com eles. Acompanhar esse ritmo é o grande desafio, já que não basta apenas dominar o presente, é necessário antecipar o futuro. Muitas vezes a saída está em mudar a empresa internamente, ou até mesmo o propósito fundamental da companhia. Para os líderes que quiserem sobreviver, a ordem é criar o novo e aprender a identificar e encontrar as mudanças. E o novo está na web. É lá que sua empresa também precisa estar.

A Internet já é o “continente” mais populoso do planeta, com 2,3 bilhões de “habitantes”, e sua maior Rede Social, o Facebook, é o 3º maior “país” do mundo, ultrapassando a marca de 1 bilhão  de usuários, no dia 14 de setembro deste ano. Neste novo continente, repleto de vias duplas de comunicação, todos podem construir, escrever, falar e serem ouvidos, vistos, lidos. O número de pessoas com acesso à internet no Brasil já soma mais de 83,4 milhões. Essas pessoas passam cerca de cinco horas por dia nas mídias sociais e fazem uso cada vez mais diversificado delas. Temos ainda a geração NET, com seu desenvolvimento cerebral afetado pelas novas tecnologias. Para os que têm menos de 16 anos, o e-mail já é obsoleto. Eles se comunicam em redes sociais, em tempo real.

A chegada da internet também reduziu radicalmente os custos da colaboração em rede e, por consequência, estabeleceu um ambiente mais propício para a inovação constante, imprescindível para o crescimento das empresas. É importante estimular a inovação, nutrindo a marca, para que ela continue viva. No mundo pós-internet as pessoas demonstram preferência por marcas sustentáveis. O setor empresarial pouco tem feito nesta direção, mesmo sendo o mais poderoso dos protagonistas do desenvolvimento sustentável.

Para ter sucesso na web, seja sustentável e conte boas histórias, sem esquecer que vivemos num mundo de mudança rápida. Amanhã tudo pode ser diferente.

Luiz Alberto Ferla

CEO da Knowtec, Talk, KeepingUp e DDBR – grupo de empresas de soluções digitais e Líder Empresarial 2012 (Fórum de Líderes).

 

6 de setembro de 2012

Palestra Gratuita Crowdfunding

 Palestra Gratuita sobre Crowdfunding no Auditório da Casa do Lago (UNICAMP) dia 11/09 das 10h às 12h.

A empresa Soul Social tem como missão viabilizar ideias e projetos. Para isso está organizada tanto como uma ferramenta de captação de recursos – Plataforma de Crowdfunding –, quanto uma empresa de serviços que oferece apoio às organizações e aos criadores de projetos.

28 de fevereiro de 2012

Inovação – por Fernando Kimura

Vivemos a era da inteligência social, depois de 20 anos (90/00) onde fomos bombardeados por e-mails marketings, e ligações de call center, iniciamos um novo período.

Depois de 20 anos de e-mail marketing os consumidores não dão mais atenção e este tipo de comunicação, muitas vezes bloqueando ou marcando empresas que enviam este tipo de comunicação automaticamente, reduzindo ainda mais a eficácia deste tipo de comunicação.

Com a entrada das redes sociais e as possibilidades da internet de interagir e comunicar com clientes, as empresas tentam se adequar a este novo cenário.

As empresas/ marcas / produtos sociais, esta é uma das novas ondas das empresas. Ser social e ser sustentável são as 2 chaves básicas para a adequação dos negócios e “aceitação” clientes.

Muitas empresas somente vão na onda e não necessariamente possuem estes 2 pilares como um diferencial/estratégia indo somente na onda dos demais, sem saber como e porquê.

Este é o momento que vivemos, onde a comunicação com a massa parece ser mais fácil, ao mesmo tempo, que os clientes quando não gostam de algo mobilizam milhares de pessoas.

O marketing boca a boca a coisa do passado, os negócios de hoje não podem mais depender somente de um marketing boca a boca.

Neste novo momento social, empresas tentam estar mais próximas de seus clientes sem a frieza do e-mail marketing, sempre de forma descontraída aumentando o relacionamento cliente empresa de forma agradável, e muitas vezes engraçada.

A companhia aérea europeia KLM faz ótimo uso desta estratégia aproximando a empresa e clientes, de forma inteligente e sútil.

Muitas empresas se questionam mas como podemos inovar de fato?

A esta perguntas muitas ao menos chegam a primeira resposta, pois criam a primeira barreira eu não tenho dinheiro para inovar, o que é pura lenda, pois inovação nem sempre esta associada a grandes investimentos.

O que uma empresa pode inovar?

·  Simplificação de processos,

·  Gerenciamento da empresa,

·  Gerenciamento das pessoas,

·  Comunicação/Marketing/comunicação visual

·  Vendas

·  Relacionamento com clientes

·  Embalagem

·  Design

·  Cores

·  Pesquisa ?os diversos fatores que podem ser inovados em uma empresa, e não necessariamente é preciso ter um idéia fora da caixa, muitas vezes aplicar ideias de outros mercados ao seu negocio pode ser uma ótima saída.

Observar tendências e o que concorrentes ou outras empresas estão fazendo, e entender a estratégia que há por trás das ações pode auxiliar no processo de implantação de ideias em uma empresa (Benchmark). O Benchmark, que simplesmente é adequar e aplicar ideias do mercado em sua empresa.

Mas mesmo assim são poucas as empresas (pequenas e médias) que buscam benchmark, e fatores como esses podem decidir a diferença entre uma empresa ou outra, ou o consumidor escolher uma pela outra.

Estar ligado a tendências tb é um maneira de inovar, claro que não conseguimos entender de tudo, o empreendedor deve-se se preocupar com a gestão completa do negócio (pessoas, produtos, pedidos, divulgação, vendas, estoque, financeiro), são tantas as tarefas que ser conectado parece algo muito difícil, mas isso não é bem verdade as vezes uma boa leitura semanal de 1 a 2 horas pode auxiliar a empresa a entender melhor o mercado.

As pequenas e médias empresas morrem de boa vontade! Porque falo isso existe uma grande vontade de empreender, abrir um negócio, um comercio, um site, dos mais variados desde um lava rápido ou pizzaria a uma loja de roupas.

Frente a todas as diversidades e desafios de um negocio inicial, poucas linhas de crédito necessidades de investimentos iniciais, estoque, conquista de clientes… estes são desafios em comum de qq empresa, independe de seu segmento de atuação. Salva raras exceções de negócios novos que surgem já com carteiras de clientes, quando se abrem por oportunidade.

Frente a estes desafios, o empreendedor na maior parte das vezes não observa alguns pontos essenciais para reduzir o máximo possível chances de erros:

·  Tempo e caixa disponível para a manutenção da empresa até que o negócio se mantenha.

·  Não possuem uma estratégia para o negocio bem definida

o Estratégia desde gerenciamento?o Comunicação visual / marketing?o Gerenciamento de pessoas?o Indefinições de linhas de produtos e públicos?o Ou muitas vezes focam muito em um publico sendo que o produto pode ter aderência para diversos

públicos diferentes?o Pouco entendem de finanças, impostos e parte legal/impostos de um negócio

Frente a estes desafios para enfrentar a INOVAÇÃO é esquecida pois não se há tempo para pensar em outras coisas. Porém a inovação tem a capacidade de transformar, produtos, empresas, pessoas e segmentos.?Vou citar alguns exemplos:

Mercado fotográfico – Kodak, centenário e pioneira empresa de fotos, foi a mesma que lançou a máquina digital mas deixou a mesma de lado, os concorrentes lideraram em sua frente. Hoje com o universo fotográfico tomado pelas câmeras digitais, a Kodak enfrenta uma grande crise. Mas porque eu contei esta história, pois ao reverso de toda esta tecnologia criada pelas câmeras digitais, uma tendência (Retro contemporâneo) abriu oportunidade de negócios para diversas empresas, as pessoas estão cansadas de ver fotos em ótima resolução, aplicativos para celulares simulam efeitos de filme em fotos digitais, o que para quem já viu isso é um retrocesso para os demais é um diferencial as fotos.

Mas não são somente os apps para celular que estão lucrando, a LomoGraphy é uma empresa do mercado fotográfico com câmeras fotográficas de filme, em pleno ano 2012 são um sucesso, cada modelo de câmera além do design único, ultra diferente e colecionável trás diferentes efeitos as fotografias.

A marca já possui loja própria em SP e diversas capitais mundiais, e vendem pela internet.

Outro grande exemplo desta tendência (retro contemporânea) são os tênis ALL Star, e os relógios Champion.

Citei exemplo de empresas ligadas nas tendências, do que pode ser diferente para os consumidores atuais.

Estar antenado e essencial para implementar inovação dentro da empresa.

Dicas de como manter-se ligado a tendências:

Consumir conteúdos de revistas de negócios, blogs, twitter, facebook, observar como as grandes empresas estão se comunicando com clientes, observar como os funcionários da empresa utilizam seus produtos e/ou serviços.

Muitas vezes as respostas podem estar dentro de casa, empresas podem criar departamentos ou reuniões de inovação, onde os funcionários podem contribuir com ideias pera a melhoria dos processos, produtos, embalagem etc… além de melhorar o relacionamento empresa funcionário, ou estratégia é contratar consultor de fora para observar o que pode ser melhorado, o que há de erros e oportunidades. Importante de uma consultoria é ter em mente que como uma consulta médica serão observados pontos de melhoria/erro, os remédios são indicados e cabe a empresa aplicar ou não as sugestões fornecidas, a consultoria com uma consulta médica não podem garantir 100% de resultados.

Resultados e retorno, estes são 2 pontos que devem ser observados com critério e as empresas que querem inovar antes de tudo tem que ter coragem de estarem a frente das coisas, e muitas vezes correm riscos. Por exemplo de utilizar novas tecnologias pouco utilizadas, ou de comunicar de forma diferente onde alguns clientes podem não entender. Mas este risco e necessário vale calcular o valor do risco e tentar.

Isso é o que faz a Coca Cola empresa com a marca mais cara do mundo que inova a cada momento, rádio coca cola, latas dos refrigerantes tem realidade aumentada, ações de relacionamento fora da caixa com consumidores, todos estes elementos/ingredientes fazem da Coca Cola líder em seu segmento.

Uma última dica as empresas esqueceram de causar o inesperado nos clientes nos últimos 20 anos, o máximo que os consumidores esperam das empresas é um e-mail marketing, um ligação chata do call center ou pior uma ação em um site de compra coletivas (desespero para vender), dentro desta mesmice as empresas tem a oportunidade de surpreenderem clientes, e surpreender clientes não é uma tarefa tão difícil, para uma pizzaria surpreender pode ser enviar uma sobremesa gratuita para pedidos maiores, para uma construtora enviar um cesta de café da manha para os proprietários do imóvel uma vez que já estão morando do apartamento, a maior parte das empresas só lembram dos clientes no momento da venda, este e um dos grande erros e uma oportunidade de inovar no relacionamento com clientes.

Para finalizar empresas podem inovar em:?Comunicação, tecnologia, marketing de geolocalização, processos, internet, causar o inesperado.

Existem diversos ingredientes que podemos inovar, o importante é tentar sair da mesmice e diferenciar-se de alguma forma nem que seja para alguns clientes inicialmente.

Uma das maiores redes de varejo do Brasil, Magazine Luiza, inovou mais uma vez. Pioneira em vender pela internet, iniciou o processo de virtualização em meados do ano 2000. E agora, abriu oportunidades para novos empreendedores brasileiros, com as lojas virtuais no Orkut e Facebook, chamados Social Commerce.

A essência das lojas “Magazine Você” é permitir aos usuários de redes sociais ter uma loja da varejista no Orkut e/ou Facebook com até 60 itens do comércio eletrônico da Magazine Luiza. Os novos empreendedores podem ganhar comissões que variam entre 2,5% a 4,5%, dependendo da categoria de produtos.

A meta era audaciosa, chegar em 10 mil lojas até o final do ano, mas segundo a assessoria de imprensa da rede varejista, essa meta foi atingida em apenas dois dias e duplicada em uma semana.

“O projeto foi recebido com muita empolgação, por seu pioneirismo e por ser visto como uma oportunidade de renda extra para as famílias, usando apenas redes sociais e indicações de amigos. A aderência à plataforma foi muito acima das nossas expectativas”, afirmou o diretor de Vendas e Marketing do Magazine Luiza, Frederico Trajano, no comunicado.

Estamos ou não em uma era empreendedora e colaborativa?

No programa desta semana, teremos a participação de um dos maiores especialistas em cultura digital, Gil Giardelli, para conversar ao vivo com Paola Tucunduva sobre colaboração humana, economia criativa e crowdsourcing. Acompanhe dia 16/2, às 18h45 pela JustTv (www.justtv.com.br)

O programa Alma do Negócio dessa quinta-feira, 8 de dezembro abordou o tema Varejo 2.0, com Cláudio Terra fundador e sócio-presidente da empresa TerraForum e Renée Almeida consultora sênior na TerraForum, especialista em estratégia de redes sociais e ativação de marcas. Para saber mais como foi o programa e entender o que é Varejo 2.0, assista o programa atráves do link abaixo.

 
 

 

 

Apesar da crescente popularidade da internet e redes sociais, muitos empreendedores varejistas não conseguem ainda compreender ao certo como funciona a dinâmica de negócios em rede. E não sabem também se é viavél investir para que sua empresa faça parte dela de alguma forma.

À medida que as empresas varejistas se expandem, algumas passam a adotar tecnologias avançadas de informação e gestão, e desempenham um papel cada vez mais importante na modernização do sistema de distribuição e da economia brasileira.

Isso é Varejo 2.0. Grandes empresas atacadistas se empenham em criar e desenvolver bons planejamentos estratégicos, projetos e técnicas para cada vez mais se aproximar e manter um contato com seus clientes através das redes. Essa foi a forma mais dinâmica que encontraram para dar um retorno mais imediato,  atender as reclamações de forma mais ágil e realizar uma logística pontual na entrega dos produtos ao consumidor.

Hoje o cliente escolhe onde e como quer receber as informações sobre determinada marca ou produto de sua preferência, seja por sms, e-mail, redes sociais etc. Essa nova possibilidade fez o consumidor se sentir melhor atendido e mais disposto ao recomendar ou mesmo fazer algum tipo de crítica sobre determinada empresa.

A coisa mais importante nesse momento para as empresas varejistas é definir e traçar muito bem quais serão os objetivos buscam alcançar com determinada ação ou tática definida feita atráves das redes para atrair ou se reportar ao cliente. Essa comunicação deve ser muito bem alinhada, para que nada sai errado” diz Renée Almeida.

E como as empresas que fazem parte do Varejo 2.0, conseguem identificar e obter o famoso ROI (Retorno sobre o Investimento)? Cláudio Terra explica: “Esse é o grande dilema dos empreendedores que tem seu negócio nas redes, saber se vai haver algum tipo de retorno sobre o que foi investido. Antes de mais nada é preciso montar um cronograma de planejamento e definir bem as métricas que serão trabalhadas para ver esse retorno acontecer, estratégias de marketing contribuem e muito para aumentar o número de potencias clientes e a probabilidade de faturamento

Ficou interessado e quer saber mais quais vantagens o Varejo 2.0 pode trazer para sua empresa, então assista na integra o programa através do link acima.

 

4 de dezembro de 2011

Dica de livro: Varejo 2.0

Com o amadurecimento da Web, há um crescimento exponencial na produção de informação, e naturalmente as pessoas começam a interagir com o conteúdo dos outros usuários. A ética de indicar fontes e referir sites amigos ou similares passa a ser difundida, e o Google, com sua inteligência de busca baseada em relevância, contribui para o surgimento dessa nova fase da Web, que fica conhecida como 2.0: o período da colaboração.

Este livro mostra que a realidade da web 2.0 não é diferente do que os empresários conhecem sobre relacionamento, planejamento e os hábitos do consumidor.

Trata-se apenas de um meio diferente e mais dinâmico. De forma geral, todos os varejistas estão habituados a visitar lojas, a checar serviços in loco, porém nem todos possuem um perfil no Facebook ou no Twitter ou acompanham o que seus consumidores fazem na Web ou como sua loja está se posicionando nesse meio. ‘Varejo 2.0′ evidência que é preciso correr para alcançar o consumidor não só nas lojas físicas mais também no mundo on-line.