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No programa Melhorando seus Resultados abordamos o tema controladoria e tivemos como nosso convidado especial Laécio Barreiros, contador com  MBA em Controladoria Financeira e diretor da L&Barreiros Controladoria desde 2001.

Logo no começo do programa Laécio nos contou que a controladoria é um conceito originado pelas grandes empresas e multinacionais que colocam num mesmo setor todo controle e processo de gestão da organização; contabilidade, finanças e todos os processos administrativos.

Ressaltou também a importância do controle para o equilíbrio da organização: “O controle deve caminhar junto com a evolução e geração de negócios da empresa”.  E ele ainda nos alertou: O empreendedor deve conhecer o quanto custa vender! É preciso que ele conheça seu fluxo de caixa para descobrir o preço do seu produto e estabelecer preços competitivos.

Ou seja, até o preço de venda, só é alcançado quando há controle sobre os custos. E a atitude de controlar vem da disciplina. Como no setor financeiro, onde o primeiro passo é a divisão de contas, física e jurídica,  habito extremamente saudável e necessário para o planejamento mas que não vemos as PME exercendo-a.

Gostou da dica? Então assista agora a entrevista completa.

No programa ainda abordamos:
Papel do contador
Perseverança x controle
Credibilidade
Estoque
Parceria entre a Totvs e a L&Barreiros

Já pensou ter a sua dúvida respondida pela nossa apresentadora e empresária Paola Tucunduva? Pois agora ficou fácil!

Lançamos o novo quadro Você pergunta e Paola Tucunduva responde para atender e ajudar a todos os empreendedores que enviam perguntas durante os programas via chat ou em comentários do blog. Rápido e com uma linguagem simples o vídeo abaixo dá início a nova série, aperte o play e ouça as dicas enquanto atualiza sua caixa de emails!

Quer ver sua dúvida sendo respondida pela Paola? Então mande sua pergunta para paola@almadonegocio.tv

Assim que respondida lhe enviaremos um email com o link do vídeo para assistir!

 

 

O que tem a haver princesa e dragão com política, economia e desenvolvimento?

Ricadro Amorim sabe muito bem e não foi a toa que escreveu o artigo “Libertando o dragão da inflação” para a revista Istoé.

No artigo o economista e apresentador chama atenção para três pontos essenciais que garantem a segurança do desenvolvimento:

  • Regime de metas de inflação
  • Câmbio flutuante
  • Política de superávit primário do governo

 Segue um trecho inicial do artigo:

“Em todo conto de fadas que se preze, para conquistar a formosa princesa, o príncipe precisa antes derrotar um temível dragão. Com a economia brasileira não foi diferente. Por quase duas décadas, nossa princesa do desenvolvimento foi refém do dragão da inflação….”

Para ler o artigo na íntegra acesse AQUI

Pessoas: a diferença para as pequenas empresas

Quando se pensa no primeiro emprego, há quase unanimidade pela escolha das grandes empresas. Fácil de observar, pois os números são reveladores. Alguns processos para Programas de Trainees, dessas grandes empresas, desejáveis como sonho de uma carreira ascendente, repleta de realizações e conquistas, arrastam mais de 32.000 jovens, para se chegar a um número por volta de 20 contratados.

As expectativas dos contratantes em ter os melhores de cada safra de formandos são altas e por parte dos candidatos, não passar nesses processos, corresponde a uma frustração maior do que a de não ser aprovado no vestibular.

Quando ingressam, entretanto, pode haver uma segunda frustração, pois apesar das perspectivas acenadas no início do processo, o que se vive no dia-a-dia não corresponde aos anseios de inovação, autonomia, agilidade e possibilidade de fazer algo diferente. Muitos acabam encastelados em subáreas de sub-departamentos, muito distante dos cenários de decisões estratégicas altamente impactantes nos resultados dos negócios.

Por tradição cultural o brasileiro entende que empresas multinacionais, são melhores que as nacionais, que empresas de grande porte darão mais garantias e estabilidade além do status social e familiar. Mesmo que o cenário empresarial nacional tenha evoluído e conquistado projeção internacional, ainda há uma supervalorização do que é de fora.

Aos que não conseguiram ingressar nessas fabulosas fábricas de futuros líderes e gestores, acaba sobrando obter emprego em outras organizações, menores, familiares e geralmente sem o status que ofereceriam as maiores e melhores para se trabalhar.

Não há muitos incentivos, no período da graduação, para o empreendedorismo e a fala corrente é de que empreender no Brasil é tarefa difícil por conta das taxas tributárias, encargos sociais e trabalhistas. De fato, há muito pouco incentivo para o futuro empreendedor.

Ainda há enraizado no coletivo social que empreender é a falta de ter conseguido um lugar melhor para se estar. O empreendedor não é visto como agente de mudança na economia, mas quase como falha na obtenção de um lugar digno para se trabalhar. O brasileiro empreende motivado pelo desemprego, pela falta de reconhecimento na empresa onde trabalha ou pela baixa remuneração, não exatamente por ter algum projeto em que acredite e que planeje estrategicamente para iniciar suas atividades. É preciso mudar essa idéia. Peter Druker afirma que empreendedores são aqueles que aproveitam as oportunidades para criar as mudanças.

O momento é propício para isso. Há possibilidades de realizar negócios em praticamente todos os segmentos. É fato. A economia projeta possibilidades otimistas de crescimentos de até 6% ao ano. Bom sinal, porém, também um alerta.  Pode faltar mão-de-obra qualificada.

Há também, o mito de que não exitem  políticas de financiamento ao empreendedorismo no Brasil, mas existem e, por vezes o dinheiro destinado sobra por falta de bons projetos. O SEBRAE oferece apoio à inovação e incentivo aos pequenos e micro-empresários através de diversos programas tais como: Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas (SBRT), Clínicas Tecnológicas, Via Design, Projeto de Extensão Industrial Exportadora (PEIEX), Programa do Alimento Seguro (PAS) e Tecnologias Industriais Básicas (TIB), entre outros. (mais informações disponíveis no Blog Faça Diferente SEBRAE).

Os movimentos de terceirização e “Business Partner” favorecem o trabalho conjunto a grandes empresas. Desta forma há gravitação de inúmeras empresas parceiras e prestadoras de serviços de menor porte atuando como facilitadoras da realização dos serviços de grandes organizações. Mais uma chance para enxergar nas pequenas e médias empresas oportunidade para contribuir com o processo de inovação das grandes organizações e perspectivas de crescimento pessoal e profissional.

O desafio de atrair e reter pessoas.

Como atrair e manter os profissionais nas pequenas e médias empresas? O que é preciso fazer para que a pequena empresa possa tornar suas características atrativas para os profissionais do mercado? Não há resposta simples, visto que esse também é um problema enfrentado pelas grandes organizações.

Há várias questões envolvidas nesse cenário, porém as pequenas empresas podem ser mais ágeis e muito mais próximas de suas equipes, sendo assim conseguirão tirar algumas vantagens sabendo explorar aspectos relacionados à suas políticas e ações voltadas às pessoas como:

  •      Oferecimento de espaço para inovação e criatividade
  •       Desenvolvendo lideranças eficazes
  •       Utilização o “feedback” como ferramenta de gestão
  •       Investindo em programas de treinamento e desenvolvimento
  •       Atentando para a melhoria da qualidade de vida de seus colaboradores
  •       Explorando a proximidade do núcleo decisório
  •       Possibilitando oferecer conhecimento sistêmico do negócio.

Oferecendo espaço para inovação e criatividade: Escutando os dois lados empregadores e empregados, constata-se que: os empregadores desejam a energia e motivação dos jovens profissionais, mas não conseguem criar espaços minimamente facilitadores para que esses jovens consigam expressar seus talentos.

Os profissionais dessa nova geração querem fazer. São muito mais imediatistas do que foram outras gerações. Buscam mais autonomia, querem ser ouvidos, reconhecidos rapidamente. Utilizam as tecnologias de comunicação com rapidez e propriedade, cresceram plugados. Não dá nem para recriminar, nasceram no tempo dos “fast foods”. Esse é o paradigma pelo qual enxergam o mundo. O choque com a rigidez de algumas organizações chega a ser esmagador e a frustração é inevitável. Muitas vezes a empresa perde excelentes talentos, por não estar preparada para lidar com o novo, com o diferente. O discurso é de modernidade, mas as ações são convencionais.

O ritmo das empresas é outro, um pouco mais lento. Não funciona como uma partida de vídeo-game. Há processos, muitas variáveis envolvidas para a tomada de algumas decisões, principalmente as mais estratégicas, há clientes, fornecedores e dinheiro envolvidos nos processos. Resultado financeiro é a meta a ser atingida.

Não dá para descartar o lastro da história para reinventar-se em uma semana, mas também não colocar-se disposto a perceber o novo é grande miopia. Pesquisas revelam que, contrariamente ao que se pensa, salário não é o fator mais determinante para a retenção de talentos. Quais condições poderiam ser oferecidas para que novas idéias possam ser aproveitas nas organizações? Criação de fóruns internos, competição entre grupos para novas idéias, salas para “brainstorm”, enfim, já há exemplos de que esse tipo de ação provoca bons resultados.

Lideranças eficazes: O grande desafio está nas mãos dos gestores diretos desses talentos, aqueles que os acompanharão no seu dia-a-dia. Ele deve conectar-se a esses profissionais, identificando suas aspirações, necessidades, dificuldades e interesses. Essa interação contínua contribui para a criação de  clima favorável e satisfatório que propicia o crescimento, através da contribuição de idéias, para que arrisquem em  projetos menores, na tentativa de promover inicialmente pequenas mudanças que possam ser valorizadas.

A comunicação transparente, os objetivos e metas claramente estabelecidos, o convite para participação de eventos e a valorização do potencial, enriquecem essa relação. Para que isso aconteça o gestor deve estar aberto ao novo, para rever seus paradigmas, descentralizar, delegar e acompanhar.  Se o gestor não estiver preparado para lidar com o novo e com as características de individualidade da sua equipe, certamente desperdiçará bons profissionais, que buscarão reconhecimento e espaço em outras organizações, que acenam essa possibilidade.

“Feedback”: Ferramenta fundamental para gestão, porém ainda pouco utilizada apropriadamente, principalmente em empresas de pequeno e médio. Os gestores das empresas brasileiras ainda estão despreparados para dar “feedback”  aos funcionários.

Trata-se de uma ferramenta que quando bem aplicada, com técnica e conhecimento fortalece o relacionamento, bem como o desenvolvimento de competências e conseqüentemente a motivação para assumir novos desafios. Favorecer reflexões sobre desempenho, incentiva o auto-aprendizado, estimula a análise de situações, permite a percepção dos pontos fortes e das oportunidades de melhorias no desempenho.

A ferramenta também auxilia na otimização da comunicação interna, facilita o relacionamento interpessoal e até o planejamento no dia-a-dia. Com “feedback” adequado as pessoas tendem a fazer as coisas que os livros sobre produtividade tentam ensinar.

Investimento em treinamento e desenvolvimento: Uma das maneiras de atrair  e reter talentos é essa. Os profissionais percebem com essas ações que a empresa está acreditando que eles possam fazer mais e melhor. Educação custa caro, assim, promover programas contínuos de desenvolvimento acaba sendo percebido como grande valor e uma forma de reter e também motivar os profissionais da empresa. Identificar os objetivos de carreira do profissional ajuda a alinhar treinamentos que sejam do interesse do profissional e principalmente que atendam as necessidades da empresa. O que acontece com freqüência, entretanto, é a realização de cursos que não estão alinhados nem com os objetivos do negócio e nem com os planos de carreira do colaborador. A pequena empresa deve estar atenta para isso, visando obter os melhores resultados, em curto e médio prazo, desses investimentos.

Qualidade de Vida: Outro aspecto altamente desejado pelos profissionais é melhoria na percepção de qualidade de vida. O conceito é amplo e está relacionado à “sensação de bem-estar do indivíduo”, ou seja, é proporcionada pela satisfação de condições tanto objetivas (renda, emprego, objetos possuídos, qualidade de habitação) como também as condições subjetivas (segurança, privacidade, reconhecimento, afeto), segundo Wilheim e Deak (apud Cardoso, 1999:77). Por serem menores, as pequenas e médias empresas podem tirar grande proveito desse conceito e da percepção de valor agregado que isso representa aos seus colaboradores e assim, trabalhar esses aspéctos como diferenciais para a atração e retenção de talentos, flexibilizando horários por exemplo.

Proximidade do núcleo decisório:  Esse é outro aspécto valorativo que pode ser percebido nas pequenas e médias organizações. O executivo principal não é uma entidade inacessível, ele pode e deve estar próximo dos colaboradores, exercendo o papel de Líder-Coach, motivando e incentivado suas equipes. É fundamental aproximar a visão de negócio dos membros da sua equipe, ser uma pessoa acessível  que  estimule os liderados à proximidade, facilitando a criação de laços e relacionamentos que gerem confiança e respeito. Estar presente e próximo promove o sentimento de pertencer a algo maior, a percepção de ser importante, valorizado e reconhecido como elemento intrínseco dos resultados da empresa. Essa também é a vantagem da pequena empresa, que pode e deve ser explorada.

A possibilidade de adquirir o conhecimento sistêmico dos negócios: Essa é sem dúvida outra grande vantagem frente as  grandes organizações. Transitar em várias áreas possibilita aprendizado mais rápido e generalista dos diversos segmentos da empresa, que vão muito além da área de formação dos profissionais. Estimula também o desenvolvimento de competências tais como a iniciativa e a pró-atividade, o relacionamento interpessoal, cominucação em diversos níveis, a agilidade para propor soluções alternativas. Isto constitue  vantagem para os profissionais, pois a visão de negócio se amplia enormemente e nem sempre é explorado como diferencial nas contratações.

Há, portanto, vários caminhos a serem percorridos para que a pequena  empresa seja atraente e desejada pelos profissionais do mercado. Os caminhos sugeridos, indicam que investir nas pessoas é o que pode fazer a grande difença pois, somente desenvolvendo e estimulando pessoas é que será possível assegurar os resultados organizacionais e o aumento da competitividade.

Referência bibliográfica /

Cardoso, W. L. C. D. (1999). Qualidade de vida e trabalho: Uma articulação possível. Em L. A. M. Guimarães & S. Grubits (Orgs.), Saúde Mental e Trabalho (pp. 89-116). São Paulo: Casa do Psicólogo.

Chiavenatto, I. Gestão de Pessoas: o novo papel de recursos humanos nas organizações. Ed. Campus, Rio de Janeiro, 1999

http://www.facadiferente.sebrae.com.br/2010/03/09/onde-buscar-apoio-para-inovar

 

(*) Adriana Gomes: Mestre em Psicologia, autora do livro Mudança de Carreira e Transformação da Identidade_ LCTE, Profa. do Núcleo de Gestão de Pessoas da Pós-graduação da ESPM, Diretora do site WWW.vidaecarreira.com.br

 

Como escolher o seu ponto comercial? Quem dá todas as dicas é Valéria Duarte, ao vivo, com interação via chat e twitter

Nesta quinta-feira Paola Tucunduva receberá Valéria Diarte, Sócia e Diretora de Operações da Geofusion, nos estúdios da JustTv para mais um programa Alma do Negócio, ao vivo.

Valéria atua há mais de quinze anos na área de expansão estratégica de Varejo, já atuou como consultora da C.B. Richard Ellis, Gerente de Expansão da Cinemark Brasil e Gerente de Planejamento e Expansão do McDonald’s Brasil. Formada em Arquiteta e Urbanista pela FAU UNESP e Administradora de Empresas com MBA pela EAESP FGV, não existe hoje empreendedora melhor para passar algumas dias para todos nós do que ela.

Quinta-feira, a partir das 18h45 pelo site da JustTv, programa Alma do Negócio.

Programe-se, reflita sobre o tema e mande suas perguntas através da twitter usando a hastag #PAN ou via chat disponível logo abaixo o vídeo no site da JustTv durante a trasmissão.

Saber escolher o ponto comercial é otimizar tempo, dinheiro e estar em contato com o público certo!


 

Caros amigos,

É impressão minha ou o termo Branding está cada dia mais inserido no contexto do marketing, quase como um mantra? Profissionais de marketing, CEOS e demais decisores bradam sobre suas marcas, mas se olharmos a fundo, este conceito está cada vez mais soterrado pelas atividades do dia-a-dia. Parece não tem mais sentido. E nem importância.

Muito polêmico? Talvez… Mas vamos fazer um teste: Qual a missão da sua empresa? Não vale olhar no site. Hoje está cada dia mais complicado entender a diferença de como lidar com oportunismos e oportunidades dentro das empresas. Oportunista encara qualquer situação como vantagem. Oportunidades surgem para quem está pronto para elas.

Para entendermos como surgem as oportunidades, temos que olhar o conceito mais básico do Branding: a promessa de marca.

Promessa de marca reflete como você quer ser reconhecido pelo seu esforço. É o balizador das ações de toda a empresa, pois se sua equipe sabe sua promessa, saberá como agir e reagir às situações do dia-a-dia com muito mais agilidade e eficiência.

Outro reflexo de sua promessa de marca é a construção da personalidade da sua empresa, que é o principal fator de aproximação entre consumidor e marca. Isto vale tanto para B2B quanto para B2C e deve ser muito bem debatida e assimilada pelos líderes da empresa.

Influenciar o comportamento de compra através de sua personalidade

A reputação das empresas tem três componentes importantes: sua personalidade, o valor que você oferece e o resultado das experiências que seus clientes experimentam através do envolvimento com a sua empresa, produtos e serviços. Se sua empresa está com a promessa de marca devidamente alinhada, então tem total controle da relevância de todos estes três elementos, pois sua personalidade está traçada, seu valor está bem claro e as expectativas de seus clientes estarão, a princípio, alinhadas com a experiência que será oferecida.

As pessoas não compram somente para melhorar a sua auto-estima. Os drivers de comportamento para os clientes de hoje são: ser parte de algo, adicionar, melhorar e criar valor para fazer a diferença em suas vidas e na  sua comunidade. Não só as pessoas compram com base na entrada e as afirmações de sua própria comunidade, mas também para partilhar o valor que recebem de suas compras com outros em sua tribo. A grande ideia é que nos sentimos melhor por ter compartilhado com o outro aquilo que valorizamos. E compartilhamos principalmente aquilo que nos identificamos.

Não quero ensinar o óbvio para você, mas esta é a base para entender como sua reputação se encaixa no contexto dos seus consumidores. Definir sua promessa de marca é definir seus valores, sua personalidade e entender como compartilhá-los com seus consumidores. Por consequência, o vínculo entre empresa e cliente será reforçado e sua marca reconhecida, dando espaço para, aí sim, surgirem às oportunidades que tornam marcas memoráveis.

Abraço,

Luiz Henrique Gagliardi, formado em publicidade e propaganda pela FAAP com MBA em Marketing pela Fundace/USP. Atua como sócio da AmittiBrasil| Gestão de Marcas, uma agência de branding (www.amittibrasil.com.br). Twitter: @luiz_henriqueg

Buscar informações junto aos clientes e fornecedores é essencial para descobrir como sua empresa e seus produtos/serviços estão sendo vistos pelo mercado.

Nada melhor que uma visita ao cliente para saber como está a exposição dos seus produtos e de que maneira pode ser melhorada.

Consulte também especialista! Busque as pessoas certas para lhe orientar e não apenas aquelas que dizem aquilo que deseja ouvir.

Quanto mais informações conseguir colher a respeito do seu negócio mais fácil será na hora de tomar as decisões a respeito das próximas ações a serem implementadas.

Assista agora o vídeo que Paola Tucunduva gravou sobre este assunto, acesse o link: As 10 Competências para Alcançar o Sucesso

Recebemos em nossos estúdios Rodrigo dos Reis, especialista em pesquisa de comportamento de consumo e tendências e CEO da Zeitgeist, para uma conversa sobre como as pequenas e médias empresas podem se beneficiar com a pesquisa, que até então era considerado como excluisvidade das grandes instituições.

Qualitativa ou quantitativa? Rodrigo nos explica qual o melhor tipo de pesquisa para cada necessidade assim como nos conta alguns cases que ajudou a desenvolver para PMEs nacionais.

Conversamos também sobre a renovação do mercado de pesquisa e os novos modelos que estão sendo aplicadas aqui no Brasil e mundo a fora. Hoje, por exemplo, temos pesquisas mais complexas, que envolvem uma série de variáveis e que estudam o comportamento no prórpio local onde ocorre o fenômeno, tornado a pesquisa mais rica em detalhes e opções para se trabalhar ao final da análise.

Gostaria de conhecer mais sobre esse recurso? Gostaria de inovar mas falta alguns certezas sobre o mercado? Assista a entrevista na íntegra e confira as dicas do Rodrigo.