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Nesse Bloco, o convidado é Leonardo Barreto, Sócio da GTD Infoware, ele nos conta sua trajetória empreendedora e também nos mostra como Superação e Empreendedorismo podem estar ligados a uma trajetória de sucesso. Assita Alma do Negócio!

13 de março de 2013

Empreendedorismo Rosa no #Ficadica

O  #Ficadica desta semana é para melhorar a sua comunicação em seu empreendimento, em seu trabalho e na sua vida pessoal:

1. Observe quais são os seus vícios de linguagem, palavras que perceba que devem ser  evitadas e amplie esta ação para sua equipe

2. Tenha bom humor. Um sorriso pode mudar o dia de sua empresa, de sua vida!

3.Invista em palestras e cursos  tanto para você como para sua equipe.

4.Muitas vezes o problema não é o que se fala, mas como se fala. Portante fique atento a sua comunicação não -verbal e ao seu tom de voz.

5.  O melhor  comunicador é aquele que sabe ouvir, observar e ser empático

Beijos de boa comunicação

Lênia Luz é sócia da Aurelio Luz Franchising & Varejo, consultoria em formatação de franquias, e do Empreendedorismo Rosa, espaço de interlocução sobre o empreender feminino. Twitter: @lenialuz

Temos testemunhado o avanço da liderança feminina nas organizações. Nos últimos dez anos houve um crescimento de 83% na massa de renda das mulheres brasileiras, conforme dados apresentados no estudo “Tempo de mulher”, do Instituto de pesquisa Data Popular. Elas estão no mercado de trabalho, atuando, liderando; e no mercado de consumo, muitas vezes como arrimo de família.

Essa mudança significativa é um reflexo da oportunidade que as classes C e D tiveram de acesso à educação. As mulheres terminam o ensino médio e são mais assertivas ao fazer a escolha da graduação, decidem o que querem estudar, procuram as oportunidades, as faculdades que oferecem as melhores condições e investem na sua formação.

Observando o mercado de trabalho, entretanto, constata-se que muitas dessas escolhas estão voltadas à área de humanas. Ao analisar a formação atual das mulheres é pertinente considerar a escolha profissional dos jovens, já que os homens ainda são os responsáveis por levar a “maior fatia do bolo” na remuneração oferecida pelas organizações. E por que eles ainda ganham mais que as mulheres? Uma das hipóteses é que as áreas de atuação feminina, como o magistério ou a saúde (enfermagem e áreas de apoio), ainda são relegadas a um plano menor de remuneração.

Estudos apontam que a maioria das garotas “foge” da área de exatas e vão em busca de formação em humanas ou biológicas. Isso por si só já as coloca em desvantagem em relação aos rapazes quando se trata de carreiras mais bem remuneradas. São as áreas de exatas que em muitos casos, têm salários mais altos. Áreas relacionadas à tecnologia, engenharia, economia, contabilidade e administração.

A mulher escolhe a área de humanas muitas vezes compelida a atuar em profissões com maior flexibilidade de horários e uma carga de trabalho diferenciada. Dessa forma, consegue conciliar as responsabilidades com casa e família à atividade profissional.

Sendo assim, uma questão fica no ar: Quais são as características valorizadas pelas organizações na liderança feminina?

Segundo  especialistas da área de recursos humanos, a característica mais relevante na liderança feminina, e a que difere da masculina, é a capacidade de ouvir. E isso mostra um aspecto fundamental da liderança: estar atento às pessoas.

Creio que a forma feminina de comunicação, a exposição das ideias de forma dinâmica e a interação com as pessoas, torna a mulher uma líder diferenciada. Além disso, ao liderar a família e as decisões cotidianas, ela se prepara para lidar em diferentes realidades e situações comuns no dia a dia das organizações.

Como podemos, então, ajudar e preparar melhor as jovens para assumir postos de liderança nas organizações? A discussão começa sobre o papel da mulher na família e na sociedade. Já parou para perguntar para uma adolescente quais são seus sonhos e anseios pessoais e profissionais?

O tema é muito significativo e deve ser trabalhado nas salas de aula, nas reuniões familiares e em todas as oportunidades que surjam de reuniões de pessoas. A mulher moderna se valoriza e se respeita cada vez mais, preocupada sim com a beleza, a saúde, com um corpo bem  cuidado, cabelo e unhas impecáveis, mas sobretudo são conhecimento, ideias, experiência e dinâmica para organizar seus papéis de mãe, esposa, profissional e amiga que realmente contam. Pense nisso na próxima vez que conversar com uma…

Leticia Bechara
Mestre em Educação e Coordenadora de Relacionamento da Trevisan Escola de Negócios.

Estudo da KPMG International indica que empresas e líderes da área de TI (tecnologia da informação) do mundo inteiro estão descobrindo que a adoção da nuvem é mais complicada do que muitos haviam originalmente previsto. De acordo com o relatório The cloud takes shape (A nuvem toma forma, em português), aproximadamente 33% dos executivos pesquisados dizem que os custos de implementação da nuvem foram mais altos do que o esperado, e uma porcentagem similar deles afirma que a integração dos serviços da nuvem à infraestrutura de TI existente foi especialmente difícil.

Redesenho de processos de negócio é essencial para a implementação

De acordo com os autores do relatório, conforme o mercado de ofertas de serviços seguindo o modelo em nuvem amadurece, as empresas começam a lidar com aspectos práticos desafiadores para a viabilização da mesma. Há evidências de que as organizações estão colocando um foco maior em acertar o redesenho dos processos, facilitando as mudanças adequadas e introduzindo melhorias no modelo de negócios.

“Uma das lições mais importantes que foi descoberta por esta pesquisa é que o redesenho dos processos precisa ser feito juntamente com a adoção da nuvem se as organizações quiserem obter todo o potencial de investimento em virtualização”, afirma Rick Wright, líder do Programa Global de Viabilização da Nuvem e diretor da KPMG nos Estados Unidos. “Os executivos descobriram que o redesenho de processos simultaneamente à implementação do novo modelo é fundamental para abordar as complexidades que frequentemente aparecem nas fases de implementação e operação da adoção da nuvem.”

A pesquisa mostra que, apesar dessas complexidades emergentes, os executivos ainda acreditam que os benefícios da adoção da nuvem superam quaisquer dificuldades iniciais que possam experimentar ao longo da implementação. Em parte, isso ocorre porque as organizações estão mudando seu foco de objetivos puramente de redução de custos para se concentrarem na realização dos benefícios transformacionais da nuvem.

Embora para quase metade dos entrevistados a redução de custos ainda seja a principal razão para a adoção da nuvem, 28% também disseram que a velocidade em que eles são capazes de migrar para a nuvem é importante, assim como a capacidade da nuvem para permitir a entrada rápida em novos mercados (27%) e a transformação do processo de negócio (22%).

“Obter uma economia real de custos a partir da nuvem é mais do que simplesmente mudar dos custos fixos para custos operacionais. A maior redução de custos – e, mais importante ainda, os benefícios transformacionais de negócios – virá dos resultados de longo prazo, tais como processos mais eficientes e modelos operacionais mais flexíveis”, avalia Frank Meylan, sócio-líder da área de Management Consulting da KPMG no Brasil. “Isto é uma realidade no mundo e não deixa de ser uma verdade aqui no Brasil. O problema é que alguns processos são bastante complexos, e a aversão aos riscos acaba sendo considerável na análise dos gestores”, acrescenta o executivo.

Steve Salmon, consultor líder da KPMG no Reino Unido, diz ainda que, conforme a nuvem sobe no ranking como uma ferramenta estratégica de negócios, “vamos começar a ver o papel dos CIOs (chief information officers) se tornar cada vez mais crítico, como patrocinadores da integração de negócios nos níveis comerciais, processuais e técnicos”.

Desafios novos e emergentes da nuvem

As empresas estão começando a entender mais claramente alguns dos outros aspectos da nuvem que podem melhorar ou piorar significativamente a capacidade das organizações de colher os frutos de sua adoção:

Segurança: Os executivos das empresas reconhecem que a adoção da nuvem deve melhorar a segurança, e não diminuí-la, embora 26% dos entrevistados ainda vejam a segurança como um desafio importante. O relatório indica que os executivos reconhecem que a única forma de abordar essas preocupações é trabalhar de maneira mais próxima com o pessoal de TI para desenvolver uma abordagem conjunta de segurança da nuvem para garantir que as soluções e serviços dos provedores de nuvem sejam confiáveis e protegidas.

Muitas empresas estão comprovando sua confiança crescente na segurança da nuvem com mais de um terço dos entrevistados dizendo que irão migrar suas operações principais de serviços e compras, cadeia de fornecimento e logística para a nuvem dentro dos próximos 18 meses.

“A segurança – perda de dados e privacidade – ainda é uma preocupação significativa para as empresas e líderes de TI, mas muitos estão rapidamente ganhando mais confiança em seus prestadores de serviços”, diz Greg Bell, diretor da KPMG nos Estados Unidos.

Regulação: Apenas 18% dos entrevistados acham que a regulação do segmento é um desafio, mas isso pode ser devido à complacência, sugerem os autores do relatório, pois as organizações podem estar somente começando a se preparar para as complexidades que surgirão com a maior conformidade regulatória. Os entrevistados das Américas têm uma tendência 10% maior de ver as regras como um desafio fundamental do que seus pares da região Ásia-Pacífico.

“Não vai demorar muito para que os reguladores comecem a fiscalizar as novas regras que terão impacto na forma como as organizações globais usam a nuvem”, afirma Shahed Latif, diretor da KPMG nos Estados Unidos. Quase 24% dos entrevistados disseram que estão considerando ambientes “privados” de nuvem como forma de abordar os desafios regulatórios.

Impostos: Segundo a pesquisa, somente 5,5% dos entrevistados consideram globalmente a estrutura tributária como um desafio para a adoção da nuvem, e muitos entrevistados dizem que suas organizações estão equipadas com as ferramentas necessárias para superar os desafios de implicações fiscais incertas, conforme continuam a migrar mais operações de negócios para a nuvem.

“Obter uma assessoria tributária estratégica deve ser uma etapa crítica no processo de planejamento da nuvem”, diz Steven Fortier, diretor de Tax da KPMG nos Estados Unidos. “Departamentos fiscais esclarecidos devem encontrar muitas oportunidades para garantir que a estrutura fiscal dos serviços de nuvem sejam as mais eficientes.”

Sobre o relatório

Ao final de 2012, a KPMG, em parceria com a Forbes Insight, realizou uma pesquisa na web com 674 altos executivos em organizações que usam a nuvem em 16 países para avaliar a situação e o impacto da adoção de nuvem ao redor do mundo. Os países incluídos na pesquisa foram: Alemanha, Arábia Saudita, Austrália, Brasil, Canadá, China, Cingapura, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Israel, Itália, Japão e Reino Unido. O relatório combina os dados da pesquisa com análises dos líderes da área de Nuvem da KPMG para fornecer uma perspectiva realista dos desafios e complexidades que as organizações atuais enfrentam.

Outras conclusões do estudo

·         Mais da metade das organizações já está trabalhando com a nuvem;

·         70% daqueles com experiência na nuvem dizem que este sistema já

melhorou a eficiência e promoveu significativa economia de custos.

 

Por KPMG
A KPMG é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços profissionais de Audit, Tax e Advisory presente em 156 países, com 152.000 profissionais atuando em firmas-membro em todo o mundo. As firmas-membro darede KPMG são independentes entre si e afiliadas à KPMG International Cooperative (“KPMG International”), uma entidade suíça. Cada firma-membro é uma entidade legal independente e separada e descreve-se como tal.
No Brasil, a organização conta com aproximadamente 4 mil profissionais distribuídos em 20 cidades de 11 Estados e Distrito Federal.
kpmg.com/BR

A Comissão das Nações Unidas sobre Desenvolvimento, ao término de dez dias de reuniões em Nova Iorque, nos Estados Unidos, enfatizou, em 16 de fevereiro último, a necessidade de os países oferecerem à população mais pobre as condições necessárias para a superação da miséria. Em termos práticos, isso significa a realização de programas de renda mínima, educação, saúde, empregos e moradia digna para os que ainda estão alijados dos benefícios da economia.

O desafio é imenso, considerando os números apresentados: um bilhão de pessoas, ou cerca de 15% da população mundial, continuam lutando para ultrapassar a linha da pobreza. Nesse sentido, corre-se contra o tempo, pois em 2015 extingue-se o prazo para a solução desse problema, no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Embora 600 milhões de pessoas tenham vencido a miséria desde 1990, dificilmente haverá sucesso na meta em tão curto prazo, em especial se levarmos em conta a persistência da crise econômica internacional.

A situação é ainda mais grave ante os dados de relatório apresentado no encontro, revelando que 80% da população do Planeta estão sem acesso adequado à proteção social. Com isso, como as nações poderão oferecer aos que vivem na pobreza as ferramentas capazes de melhorar sua situação? Há respostas pontuais a essa questão. Uma das mais eficientes foi dada pelo Brasil, conforme reitera novíssimo estudo do Banco Mundial sobre as desigualdades.

O relatório indica que no Brasil 22 milhões de indivíduos deixaram de ser pobres entre 2003 e 2009. Em nosso país, segundo o organismo financeiro multilateral, o índice de desigualdade social cresceu ao longo dos anos 1970 e 1980, batendo um recorde negativo global em 1989: 0.630 no índice de Gini. Pouco mudou na década de 1990. No entanto, entre 2002 e 2009, a renda dos 10% mais pobres começou a crescer 7% ao ano (quase três vezes mais do que a média nacional), enquanto a dos 10% mais ricos subia apenas 1,1%. Nesse período, a população brasileira beneficiou-se de empregos mais bem pagos, de programas de transferência de renda e de um gasto maior na educação básica.

Os autores do estudo salientam a importância de programas como o “Benefício de Prestação Continuada” (pago aos mais velhos) e o “Bolsa Família” para o sucesso do movimento de inclusão social. Porém, enfatizam que empregos e salários foram os principais responsáveis pela maior parte da queda na desigualdade. Portanto, é imprescindível manter o crescimento econômico, estimular os investimentos produtivos e realizar as reformas necessárias para a modernização e sustentabilidade de nossa economia, de modo que tenhamos menor carga tributária, menos burocracia, infraestrutura adequada e segurança jurídica para os negócios.

Caso não consigamos realizar tais lições, dificilmente teremos sucesso na complementação do processo de erradicação da miséria, que ainda atinge 16 milhões de brasileiros. O pior é que correremos o risco de um retrocesso, a exemplo do que acontece em vários países nos quais a crise econômica tem ceifado empresas, empregos e proteção social. No Brasil, conseguimos uma conquista histórica. Não podemos perdê-la pela mera incapacidade de resolver velhos problemas.

 

Antoninho Marmo Trevisan
Presidente da Trevisan Escola de Negócios, membro do Conselho Superior do Movimento Brasil Competitivo e do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.

Revista  IstoÉ

Há dois anos publiquei aqui uma coluna intitulada Diagnóstico Errado. Afirmava que é equivocada a ideia de que as dificuldades da indústria brasileira vem de um real excessivamente valorizado. Baseado nesse diagnóstico errôneo, o governo promoveu uma forte desvalorização da taxa de câmbio no ano passado. Os resultados? A produção industrial caiu 2,7% em 2012, e com o encarecimento dos produtos importados, a inflação de janeiro foi a mais alta desde 2005.

Nos últimos nove anos, a produção da indústria no Brasil cresceu em sete e caiu em dois, 2009 e 2012, os únicos anos em que a taxa de câmbio média se desvalorizou. Se o problema é a cotação do real, por que a indústria sofre exatamente quando o problema diminui? Porque a valorização do câmbio – ainda que efetivamente aumente os desafios para a indústria – não é a causa original de suas dificuldades, mas sim consequência dos mesmos processos globais que tem causado tais dificuldades.

A primeira, causada pela migração da industria global para a China em função de custos de mão de obra menores, começou após a entrada dos chineses na Organização Mundial do Comércio no final de 2001. Desde então, a produção da indústria chinesa triplicou, a brasileira cresceu menos de 30%, ainda assim um ótimo resultado quando comparado à indústria dos países ricos, que encolheu.

A segunda é a própria  crise econômica dos países desenvolvidos desde 2008. Uma consequência inevitável da necessária reversão do excesso de endividamento que provocou tal crise foi o consumo crescendo menos nos países ricos e mais nos emergentes. Com a expansão do crédito e da renda no Brasil, as vendas do varejo cresceram mais do que a produção da nossa indústria em todos os anos desde 2004. Da mesma forma, a queda da renda e do crédito nos países desenvolvidos desacelerou as vendas internas. Isto gerou capacidade ociosa e forçou a indústria deles a redirecionar uma parte crescente da produção para os países onde o consumo está crescendo, os emergentes, incluindo o Brasil.

Estes fatores adversos não vão mudar tão cedo e há pouco que possamos fazer para neutralizá-los direamente, sem causar efeitos colaterais mais nocivos que eles próprios, como mostra a mal sucedida tentativa de ajudar a indústria desvalorizando o real, que aliás parece estar sendo abandonada.

Não significa que não possamos ou não devamos fortalecer nossa indústria. Muito pelo contrário. Além das dificuldades causadas pela conjuntura externa, todos os setores da economia brasileira enfrentam obstáculos estruturais.  A solução para infraestrutura ruim, impostos excessivos, mão de obra mal preparada, burocracia e tantos outros problemas está em nossas mãos, particularmente nas mãos do governo.

Oferecendo isenções tributárias temporárias a alguns subsetores industriais e medidas protecionistas a outros, o governo divide e cala nossos industriais, mas não elimina gargalos estruturais. Em alguns casos, até os agrava. Encarecer a importação de componentes, por exemplo, além de aumentar o preço para os consumidores, piora a situação dos subsetores que os utilizam.

Enquanto o setor privado brasileiro não se unir e exigir do governo um corte brutal de gastos e desperdicios, que permita a redução de impostos e libere recursos para mais investimentos em infraestrutura e educação, as dificuldades da indústria não vão passar. Faço eco a um dos mais famosos gritos de protesto de Marx e Engels: industriais do Brasil, uni-vos!

 

 Ricardo Amorim
Economista, apresentador do programa Manhattan Connection da Globonews e presidente da Ricam Consultoria.

 

 

Para conquistar o seu lugar no topo da empresa, você precisará se tornar uma pessoa empreendedora.

 No mundo cada vez mais competitivo em que vivemos, é preciso ter características especiais para nos destacarmos no mercado de trabalho. Entre elas, o empreendedorismo está em primeiro lugar, pois toda empresa pretende crescer e superar os seus concorrentes. Sendo assim, saiba quais são as  qualidades de uma pessoa empreendedora.

Ser criativo é uma das qualidades principais da pessoa empreendedora. Ela deve ser criativa para criar saídas e novas estratégias para que a sua empresa vença todos os obstáculos e consiga se destacar entre todas as suas concorrentes.

Para tanto, ela precisa ter iniciativa e visão. Não adianta você ter ótimas ideias e não ter iniciativa para colocá-las em prática ou para expô-las aos seus chefes. Do mesmo modo, não há como ser criativo se você não tiver uma visão geral do mercado de consumo, do futuro e dos acontecimentos econômicos, sociais e políticos do mundo.

Então, você também precisará de uma pitada de coragem, porque somente as pessoas corajosas podem vencer. Sem essa qualidade, não há como você colocar os seus planos em prática. Portanto, não tenha medo de errar, pois é melhor ter errado que nunca ter tentado.

A firmeza e a determinação são qualidades semelhantes. No entanto, a pessoa firme tem certeza dos seus objetivos e, para tanto, usa da determinação para alcançá-los. Por isso, ser um bom empreendedor requer muita firmeza nas decisões e determinação para cumpri-las sem olhar para trás.

Para ser um empreendedor de sucesso, você precisará contar com um grande quadro de funcionários, pois você não conseguirá fazer nada sozinho. Portanto, ter atitude de respeito humano é outra qualidade de um empreendedor. Se você respeitar os seus subalternos, será respeitado por eles que, com certeza, cumprirão com mais afinco as suas determinações.

Por fim, o empreendedor deve ter a capacidade de organização e direção. Se você vai chefiar um grande grupo de empregados, precisará ser capaz de organizá-lo e dirigi-lo para que cada pessoa esteja em seu posto na hora em que você precisar. Para tanto, é necessário ter uma visão geral, porém detalhada da empresa como um todo para poder organizá-la e dirigi-la comresponsabilidade e habilidade.

Com essas qualidades, você certamente será um grande empreendedor. Portanto, se você as tem, invista na sua carreira dentro da empresa, pois você só tem a crescer nela. No entanto, se ainda não as tem, aprimore os seus estudos e trabalhe com o seu caráter para se tornar um bom empreendedor e surpreender a sua chefia.

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