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Paola Tucunduva entrevista Marcus Vinicius, administrador, com MBA em Gestão Estratégica de Negócios, trabalhou mais de 30 anos como executivo em grandes empresas e desenvolveu uma metodologia de tomada de decisões para ajudar muitas pessoas.
Ele conta no Programa Alma do Negócio como surgiu essa idéia e o passo a passo dessa metodologia.

Paola Tucunduda entrevista Lucas Souza e eles falam sobre o Movimento:” Adote um Vereador”
Um bate papo bem legal que incentiva o acompanhamento do cidadão das ações do poder legislativo. Falam sobre como é possível fiscalizar o político, de como a rede já contribuiu em mandatos de vereadores e como a política influencia diretamente no caminho do sucesso do empreendedor brasileiro.

Paola Tucunduva entrevista Sandro Magaldi, CEO do MeuSucesso.com e ele conta qual é a proposta da plataforma MeuSucesso. Ele fala também sobre uma rede exclusiva para os assinantes, onde há uma interação entre empreendedores de diversos segmentos, trocando informações, dicas, dúvidas, tudo sobre empreendedorismo.
Sandro Magaldi e Paola Tucunduva tem um bate papo muito legal com os ouvintes, respondendo perguntas, tirando dúvidas e dando algumas sugestões.

Othon Barcellos é empreendedor e consultor na área de lavanderias e autor do livro Pílulas de Inspiração.
Através de uma história voltada ao empreendedorismo, o Autor desenvolve pequenas pílulas, memórias e ensinamentos repletos de sabedoria e sensibilidade.

Revista  IstoÉ

Há dois anos publiquei aqui uma coluna intitulada Diagnóstico Errado. Afirmava que é equivocada a ideia de que as dificuldades da indústria brasileira vem de um real excessivamente valorizado. Baseado nesse diagnóstico errôneo, o governo promoveu uma forte desvalorização da taxa de câmbio no ano passado. Os resultados? A produção industrial caiu 2,7% em 2012, e com o encarecimento dos produtos importados, a inflação de janeiro foi a mais alta desde 2005.

Nos últimos nove anos, a produção da indústria no Brasil cresceu em sete e caiu em dois, 2009 e 2012, os únicos anos em que a taxa de câmbio média se desvalorizou. Se o problema é a cotação do real, por que a indústria sofre exatamente quando o problema diminui? Porque a valorização do câmbio – ainda que efetivamente aumente os desafios para a indústria – não é a causa original de suas dificuldades, mas sim consequência dos mesmos processos globais que tem causado tais dificuldades.

A primeira, causada pela migração da industria global para a China em função de custos de mão de obra menores, começou após a entrada dos chineses na Organização Mundial do Comércio no final de 2001. Desde então, a produção da indústria chinesa triplicou, a brasileira cresceu menos de 30%, ainda assim um ótimo resultado quando comparado à indústria dos países ricos, que encolheu.

A segunda é a própria  crise econômica dos países desenvolvidos desde 2008. Uma consequência inevitável da necessária reversão do excesso de endividamento que provocou tal crise foi o consumo crescendo menos nos países ricos e mais nos emergentes. Com a expansão do crédito e da renda no Brasil, as vendas do varejo cresceram mais do que a produção da nossa indústria em todos os anos desde 2004. Da mesma forma, a queda da renda e do crédito nos países desenvolvidos desacelerou as vendas internas. Isto gerou capacidade ociosa e forçou a indústria deles a redirecionar uma parte crescente da produção para os países onde o consumo está crescendo, os emergentes, incluindo o Brasil.

Estes fatores adversos não vão mudar tão cedo e há pouco que possamos fazer para neutralizá-los direamente, sem causar efeitos colaterais mais nocivos que eles próprios, como mostra a mal sucedida tentativa de ajudar a indústria desvalorizando o real, que aliás parece estar sendo abandonada.

Não significa que não possamos ou não devamos fortalecer nossa indústria. Muito pelo contrário. Além das dificuldades causadas pela conjuntura externa, todos os setores da economia brasileira enfrentam obstáculos estruturais.  A solução para infraestrutura ruim, impostos excessivos, mão de obra mal preparada, burocracia e tantos outros problemas está em nossas mãos, particularmente nas mãos do governo.

Oferecendo isenções tributárias temporárias a alguns subsetores industriais e medidas protecionistas a outros, o governo divide e cala nossos industriais, mas não elimina gargalos estruturais. Em alguns casos, até os agrava. Encarecer a importação de componentes, por exemplo, além de aumentar o preço para os consumidores, piora a situação dos subsetores que os utilizam.

Enquanto o setor privado brasileiro não se unir e exigir do governo um corte brutal de gastos e desperdicios, que permita a redução de impostos e libere recursos para mais investimentos em infraestrutura e educação, as dificuldades da indústria não vão passar. Faço eco a um dos mais famosos gritos de protesto de Marx e Engels: industriais do Brasil, uni-vos!

 

 Ricardo Amorim
Economista, apresentador do programa Manhattan Connection da Globonews e presidente da Ricam Consultoria.

 

 

Na comunidade do Cantagalo, no Rio de Janeiro, nasceu o sonho de Zica, que queria criar um relaxante para seus cabelos cacheados ao invés de alisá-los artificialmente. Após muito tempo tentando, ela conseguiu inovar em um produto e, ao lado da cunhada Leila Velez, abriu o primeiro salão de cabeleireiros do Instituto Beleza Natural. As duas empreendedoras, hoje, querem levar autoestima para todas as mulheres de cabelos cacheados.

O empreendedorismo das duas transformou o primeiro salão de beleza, aberto na Tijuca, no Rio de Janeiro,em uma rede com mais de 11 endereços, 1.500 funcionárias e um fluxo de 70 mil clientes por mês.

Leia mais sobre empreendedorismo feminino, CLIQUE AQUI.

9 de novembro de 2012

Imagine – Por Ricardo Amorim

Outro dia, em Nova York, passando em frente ao edifício Dakota, onde viveu e foi assassinado John Lennon, eu me peguei pensando como seria se ele fosse um compositor brasileiro.
No meu devaneio, imaginei-o cantando algo assim:

Imagine que não há mensalão

É fácil se você tentar

Sessenta e cinco impostos a menos

Para você pagar

Imagine seu salário

Pagando as contas e sobrando

Imagine que não há corrupção

Não é difícil

Nada de drogas e crimes

Educação de primeira

Imagine seu salário

Sobrando no final do mês

Você pode dizer

Que sou um sonhador

Mas eu não sou o único

Espero que um dia

Você se juntará a nós

E o Brasil será melhor

Imagine bons aeroportos

Será que você consegue?

Nada de fome ou miséria

E infraestrutura de primeira

Imagine seu salário

Sobrando no final do mês

Você pode dizer

Que sou um sonhador
Mas eu não sou o único

Espero que um dia

Você se juntará a nós

E o Brasil será melhor

Pena que John Lennon não foi um compositor brasileiro. Talvez, não tivesse sido assassinado e hoje estaria tomando cuidado com as balas perdidas.
Ricardo Amorim

Economista, consultor, apresentador do programa Manhattan Connection da Globonews, colunista darevista IstoÉ e presidente da Ricam Consultoria. Realiza palestras em todo mundo sobre perspectivas econômicas e oportunidades em diversos setores, é o único brasileiro incluído na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do site inglês Speakers Corner e é o economista mais influente do Brasil e um dos dez mais influentes do mundo de acordo com o site americano Klout.com

 

Fonte: ricamconsultoria.com.br

O que é felicidade para as empresas e executivos brasileiros de sucesso? Esse é o tema do livro “Felicidade S.A” do jornalista Alexandre Teixeira.

Para escrever o livro “Felicidade S.A”, o jornalista colheu depoimentos de Abilio Diniz, presidente do conselho de administração do Pão de Açúcar, Elcio Anibal de Lucca, ex-presidente da Serasa, Fabio Barbosa, ex-presidente do Santander, hoje presidente da Editora Abril, Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, Luiz Ernesto Geminiagni, ex-presidente da Promon, Luiz Seabra, fundador e presidente do conselho de administração da Natura, Roberto Lima, ex-presidente da Vivo, Sandro Bassili, vice-presidente de gente e gestão da Ambev, Sergio Chaia, presidente da Nextel, e Wellington Nogueira, fundador e líder da ONG Doutores da Alegria.

“Felicidade no trabalho tem a ver com a busca de um propósito. Hoje, encontrar um sentido maior para as coisas que fazemos no trabalho é mais difícil do que receber dinheiro. E quanto mais escasso um bem, mas valioso”, lembra o jornalista.

Ficou interessado no estudo realizado pelo Alexandre? Leia a matéria na íntegra do portal Brasil Econômico